As Variações Energéticas
Estamos diariamente transitando em camadas, como estágios ou andares de um edifício.
Podemos visualizar melhor sob essa perspectiva.
Assim, nos permitimos transitar em lugares interessantes e leves, como também em lugares densos e confusos. Todas essas oscilações tem ligação direta como seu gradiente energético.
O seu gradiente energético varia de acordo com a sua atitude mental que funciona como o daio do rádio escolhendo a estação que mais se adequa a uma frequência, e esta pode mudar em segundos através de sua escolha.
E por que estou dizendo isso?
Estamos numa fase de mudanças profundas no aspecto cognitivo, revisitando lugares que trazem uma cura para quem tiver olhos para enxergar e espaço seguro para acolher. Lembra que falei de Kshanti num outro texto? Se você não  teve acesso está aqui os links  https://katiaerbiste.com.br/kshanti/   https://katiaerbiste.com.br/sobre-dar-e-tomar/
Treinar essa habilidade nos dá maior leveza ao se deparar com essas estações, pois em alguns casos a identificação e possível aversão podem tornar algo que estava a ponto de ser ressignificado e ou liberado, mais sólido e dolorido.
Como numa transcomunicação por rádio, “eu já fiz várias”, escutamos vozes de diferentes estações no campo. São contatos interdimensionais, que através de ondas de informações, conversamos com outros seres.
*Pesquise sobre Sonia Rinaldi, autoridade brasileira no assunto.
Nikola Tesla iluminou o caminho para esses conhecimentos, onde podemos desbravar novos horizontes e expandir a visão no que tange o caminho do ser.
Somos seres multidimensionais e captamos muito além do que a mente pode conceber.
Olhe para si e note onde está, em que camada, ou faixa de tempo estaria com essa identificação? Em qual estação estaria emaranhad@? Perceba somente a energia, se é compressora ou expansiva?
Quais links magnéticos estaria escolhendo ter com os outros nessa camada? Veja se isso expande ou não?
Note que variamos a energia e tudo tem ligação com as ondas mentais.
Quando você perceber que entrou numa estação pesada, ou teve um sonho forte e acordou pensando, olhe e reconheça o seu gradiente energético. Seu inconsciente traz informações também, observe e reconheça, mas evite se fixar nesses flashes mentais.
Uma dica é ouvir mantras, músicas elevadas também são muito boas para mudar a conexão.
De acordo com esse gradiente energético, funcionamos como um ímã e atraímos mais informações. Muitos criam a realidade que não querem pela cola que são os implantes, tais como: tristeza, raiva e medo.
Observe nessa camada em que estiver, quais são os envolvidos e mude de faixa só ao reconhecer e ver, sem criar impedimentos com a conversa interior.
Não paralise sua energia no mesmo lugar, volte para o ponto em que você entra no coração em sintonia elevada e desse espaço seguro você pode ver e soltar o link magnético quando este for degenerativo.
Podemos sempre agradecer cada movimento da vida.
Todos os fenômenos são reflexos de nossas alterações frequenciais. Podemos lembrar de algo para ser liberado.
Enquanto escrevo veio muito forte a orientação para olharmos além do véu.
Observar e saber que tudo é Anica.(*leia-se anitia) Que significa impermanência.
Tudo está em movimento e mudando constantemente, mais uma vez reforçam que não fiquemos presos a formas-pensamento e saibamos migrar para outros estágios.
Um fraterno abraço
Gratidão ❤️
Kátia Erbiste

Um koan é uma narrativa, diálogo, questão ou afirmação no budismo zen que contém aspectos que são inacessíveis à razão. Desta forma, o koan tem como objectivo propiciar a iluminação espiritual do praticante de Budismo Zen. Leia aqui uma selecção de Koans Zen.

1.

Um homem, viajando em um campo, encontrou um tigre. Ele correu, com o tigre em seu encalço. Aproximando-se de um precipício, tomou as raízes expostas de uma vinha selvagem em suas mãos, e pendurou-se precipitadamente abaixo, na beira do abismo. O tigre o farejava acima. Tremendo, o homem olhou para baixo e viu, no fundo do precipício, outro tigre a esperá-lo. Apenas a vinha o sustinha. Mas, ao olhar para a planta, viu dois ratos, um negro e outro branco, roendo aos poucos a sua raiz. Neste momento, seus olhos perceberam um belo morango vicejando perto. Segurando a vinha com uma mão, ele pegou o morango com a outra e o comeu. — Que delícia! — ele disse.

2.

Quando um jovem estudante Zen, visitou um mestre após outro. Ele então foi até Dokuon de Shokoku. Desejando mostrar o quanto já sabia, ele disse, vaidoso: “A mente, Buddha, e os seres sencientes, além de tudo, não existem. A verdadeira natureza dos fenómenos é vazia. Não há realização, nenhuma delusão, nenhum sábio, nenhuma mediocridade. Não há o Dar e tampouco nada a receber!”
Dokuon, que estava fumando pacientemente, nada disse. Subitamente ele acertou Yamaoka na cabeça com seu longo cachimbo de bambu. Isto fez o jovem ficar muito irritado, gritando insultos.
“Se nada existe,” perguntou, calmo, Dokuon, “de onde veio toda esta sua raiva?”

3.

Um homem muito rico pediu a Sengai para escrever algo pela continuidade da prosperidade de sua família, de modo que esta pudesse manter sua fortuna de geração a geração.
Sengai pegou uma longa folha de papel de arroz e escreveu: “Pai morre, filho morre, neto morre.”
O homem rico ficou indignado e ofendido. “Eu lhe pedi para escrever algo pela felicidade de minha família! Porque fizeste uma brincadeira destas?!?”
“Não pretendi fazer brincadeiras,” explicou Sengai tranquilamente. “Se antes da sua morte seu filho morrer, isto iria magoá-lo imensamente. Se seu neto se fosse antes de seu filho, tanto você quanto ele ficariam arrasados. Mas se sua família, de geração a geração, morrer na ordem que eu escrevi, isso seria o mais natural curso da Vida. Eu chamo a isso a Verdadeira Riqueza.”

4.

Durante as guerras civis no Japão feudal, um exército invasor poderia facilmente dizimar uma cidade e tomar controle. Numa vila, todos fugiram apavorados ao saberem que um general famoso por sua fúria e crueldade estava se aproximando — todos exceto um mestre Zen, que vivia afastado.
Quando chegou à vila, seus batedores disseram que ninguém mais estava lá, além do monge.
O general foi então ao templo, curioso em saber quem era tal homem. Quando ele lá chegou, o monge não o recebeu com a normal submissão e terror com que ele estava acostumado a ser tratado por todos; isso levou o general à fúria.
“Seu tolo!!” ele gritou enquanto desembainhava a espada, “não percebe que você está diante de um homem que pode trucidá-lo num piscar de olhos?!?”
Mas o mestre permaneceu completamente tranquilo.
“E você percebe,” o mestre replicou calmamente, “que você está diante de um homem que pode ser trucidado num piscar de olhos?”

5.

Uma noite quando Shichiri Kojun estava recitando sutras um ladrão com uma espada entrou em seu zendo, exigindo seu dinheiro ou a sua vida.
Shichiri disse-lhe:
“Não me perturbe. Você pode encontrar o dinheiro naquela gaveta.” E retomou sua recitação. Um pouco depois ele parou de novo e disse ao ladrão:
“Não pegue tudo. Eu preciso de alguma soma para pagar os impostos amanhã.”
O intruso pegou a maior parte do dinheiro e principiou a sair.
“Agradeça à pessoa quando você recebe um presente,” Shichiri acrescentou.
O homem lhe agradeceu, meio confuso, e fugiu.
Poucos dias depois o indivíduo foi preso e confessou, entre outras coisas, a ofensa contra Shichiri.
Quando Shichiri foi chamado como testemunha ele disse:
“Este homem não é ladrão, ao menos tanto quanto me diz respeito. Eu lhe dei o dinheiro e ele inclusive me agradeceu por isso.”
Após o homem ter cumprido sua pena, ele foi a Shichiri e tornou-se um de seus discípulos.

6.

Certa vez existiu um grande guerreiro. Ainda que muito velho, ele ainda era capaz de derrotar qualquer desafiante. Sua reputação estendeu-se longe e amplamente através do país e muitos estudantes reuniam-se para estudar sob sua orientação.
Um dia um infame jovem guerreiro chegou à vila. Ele estava determinado a ser o primeiro homem a derrotar o grande mestre. Junto à sua força, ele possuía uma habilidade fantástica em perceber e explorar qualquer fraqueza em seu oponente, ofendendo-o até que a este perdesse a concentração. Ele esperaria então que seu oponente fizesse o primeiro movimento, e assim revelando sua fraqueza, e então atacaria com uma força impiedosa e velocidade de um raio. Ninguém jamais havia resistido em um duelo contra ele além do primeiro movimento.
Contra todas as advertências de seus preocupados estudantes, o velho mestre alegremente aceitou o desafio do jovem guerreiro. Quando os dois se posicionaram para a luta, o jovem guerreiro começou a lançar insultos ao velho mestre. Ele jogava terra e cuspia em sua face.
Por horas ele verbalmente ofendeu o mestre com todo o tipo de insulto e maldição conhecidos pela humanidade. Mas o velho guerreiro meramente ficou parado ali, calmamente. Finalmente, o jovem guerreiro finalmente ficou exausto. Percebendo que tinha sido derrotado, ele fugiu vergonhosamente.
Um tanto desapontados por não terem visto seu mestre lutar contra o insolente, os estudantes aproximaram-se e lhe perguntaram: “Como o senhor pôde suportar tantos insultos e indignidades? Como conseguiu derrotá-lo sem ao menos se mover?”
“Se alguém vem para lhe dar um presente e você não o aceita,” o mestre replicou, “para quem retorna este presente?”

7.

Roshi Kapleau (um mestre Zen moderno) concordou em falar a um grupo de psicanalistas sobre Zen. Após ser apresentado ao grupo pelo diretor do instituto analítico, o Roshi quietamente sentou-se sobre uma almofada colocada sobre o chão. Um estudante entrou, prostrou-se diante do mestre, e então sentou-se em outra almofada próxima, olhando seu professor.
“O que é Zen?” o estudante perguntou. O Roshi pegou uma banana, descascou-a, e começou a comê-la.
“Isso é tudo? O senhor não pode me dizer nada mais?” o estudante disse.
“Aproxime-se, por favor.” O mestre replicou. O estudante moveu-se mais para perto e Roshi balançou o que restava da banana em frente ao rosto do outro. O estudante fez uma reverência e partiu.
Um segundo estudante levantou-se e dirigiu-se à audiência:
“Vocês todos entenderam?” Quando não houve resposta, o estudante adicionou:
“Vocês acabaram de testemunhar uma completa demonstração do Zen. Alguma questão?”
Após um longo silêncio constrangido, alguém falou.
“Roshi, eu não estou satisfeito com sua demonstração. O senhor nos mostrou algo que eu não tenho certeza de ter compreendido. DEVE existir uma maneira de nos DIZER o que é o Zen!”
“Se você insiste em usar mais palavras,” o Roshi replicou, “então Zen é ‘um elefante copulando com uma pulga…’”.

8.

Ryokan, um mestre Zen, vivia a mais simples e frugais das vidas em uma pequena cabana aos pés de uma montanha. Uma noite um ladrão entrou na cabana apenas para descobrir que nada havia para ser roubado.
Ryokan retornou e o surpreendeu lá.
“Você fez uma longa viagem para me visitar,” ele disse ao gatuno, “e você não deveria retornar de mãos vazias. Por favor tome minhas roupas como um presente.”
O ladrão ficou perplexo. Rindo de troça, ele tomou as roupas e esgueirou-se para fora.
Ryokan sentou-se nu, olhando a lua.
“Pobre coitado,” ele murmurou. “Gostaria de poder dar-lhe esta bela lua.”

9.

Certa vez Bodhidharma foi levado à presença do Imperador Wu, um devoto benfeitor buddhista, que ansiava receber a aprovação de sua generosidade pelo sábio. Ele perguntou ao mestre:
“Nós construímos templos, copiamos os sutras sagrados, ordenamos monges e monjas. Qual o mérito, reverenciado Senhor, da nossa conduta?”
“Nenhum mérito, em absoluto”, disse o sábio.
O Imperador, chocado e algo ofendido, pensou que tal resposta com certeza estava subvertendo todo o dogma buddhista, e tornou a perguntar:
“Então qual é o Santo Dharma, o Primeiro Princípio?”
“Um vasto Vazio, sem nada santo dentro dele”, afirmou Bodhidharma, para a surpresa do Imperador. Este ficou furioso, levantou-se e fez sua última pergunta:
“Quem és então, para ficares diante de mim como se fosses um sábio?”
“Eu não sei, Majestade”, replicou o sábio, que assim tendo dito virou-se e foi embora.

10.

Dois monges discutiam a respeito da bandeira do templo, que tremulava ao vento. Um deles disse:
– É a bandeira que se move.
O outro disse:
– É o vento que se move.
Trocaram ideias e não conseguiam chegar a um acordo. Então Hui-neng, o sexto patriarca, disse:
– Não é a bandeira que se move. Não é o vento que se move. É a mente dos senhores que se move.
Os dois monges ficaram perplexos.

11.

Aquele que passa a Porta sem porta marchará de mão dadas com toda a linhagem de Patriarcas, olhando com o mesmo olho e ouvindo com o mesmo ouvido.

12.

Batendo duas mãos uma na outra temos um som. Qual é o som de uma única mão?

13.

Quem pensa que entendeu se questiona.
Quem pensa que não entendeu questiona os outros.
Quem entendeu não diz nada.
E quem não entendeu também não diz nada!

14.

Antes de os teus pais terem nascido, qual era a tua natureza original?

15.

Qual é o som do silêncio?

16.

Um Mestre oferece um melão a um discípulo, e pergunta: — Que te parece o melão? Tem bom gosto?
— Sim, sim! Muito bom gosto! – responde o discípulo.
O Mestre, então, faz outra pergunta: — O que tem bom gosto: o melão ou a língua?

17.

Quem é você?

18.

Qual era o seu rosto original – aquele que você possuía antes de nascer?

19.

Todos os fenómenos são impermanentes. Tudo que nasce deve finalmente morrer. O que nasce e o que morre?

20.

Não siga o passado; não se perca no futuro. O passado não existe mais; o futuro ainda não chegou. Observando profundamente a vida como ela é, aqui e agora, é que permanecemos equilibrados e livres.

21.

Nan-In, um mestre japonês durante a era Meiji (1868-1912), recebeu um professor de universidade que veio lhe inquirir sobre o Zen. Este iniciou um longo discurso intelectual sobre as suas dúvidas. Nan-In, enquanto isso, serviu o chá. Ele encheu completamente a chávena do seu visitante, e continuou a enchê-la, derramando o chá pela borda.
O professor, vendo o excesso se derramando, não pôde mais se conter e disse:
“Está muito cheio. Não cabe mais chá!”
“Como esta chávena,” Nan-in disse, “você está cheio de suas próprias opiniões e especulações. Como posso eu lhe demonstrar o Zen sem você primeiro esvaziar sua chávena?”
Então, o Mestre Nan-in disse: — Como esta xícara, você está cheio de suas próprias opiniões e especulações. Como eu posso lhe demonstrar o Zen sem que você primeiro esvazie a sua xícara?

22.

Um orgulhoso guerreiro, chamado Nobushige, foi até o Mestre Hakuin, e perguntou-lhe: — Se existe um paraíso e um inferno, onde estão?
— Quem é você? — perguntou Hakuin.
— Eu sou um samurai! — o guerreiro exclamou.
— Você? Um guerreiro? — riu-se Hakuin. — Que espécie de governante teria tal guarda? Sua aparência é a de um mendigo!
Nobushige ficou tão raivoso que começou a desembainhar sua espada, mas Hakuin continuou:
— Então, você tem uma espada! Sua arma provavelmente está tão cega que não cortará minha cabeça…
O samurai desembainhou a espada e avançou pronto para matar, gritando de ódio. Neste momento, Hakuin anunciou:
— Acaba de se abrir o Portal do Inferno!
Ao ouvir estas palavras, e percebendo a sabedoria do Mestre, o samurai embainhou sua espada, e fez-lhe uma profunda reverência.
— Acaba de se abrir o Portal do Paraíso — disse suavemente o Mestre Hakuin.

23.

Certa vez, o Mestre taoísta Chuang Tzu sonhou que era uma borboleta, voando alegremente aqui e ali. No sonho, ele não tinha mais a mínima consciência de sua individualidade como pessoa. Ele era realmente uma borboleta. Repentinamente, ele acordou, e se descobriu deitado em sua cama, uma pessoa novamente.
Mas, então, ele pensou para si mesmo:
“Antes, fui um homem que sonhava ser uma borboleta ou, agora, sou uma borboleta que sonha ser um homem?”

24.

Após dez anos de aprendizagem, Tenno atingiu o título de Mestre Zen. Em um dia chuvoso, ele foi visitar o famoso Mestre Nan-In. Quando ele entrou no mosteiro, o Mestre, imediatamente, recebeu-o com uma questão:
— Você deixou seus tamancos e seu guarda-chuva no alpendre?
— Sim, Mestre — respondeu Tenno.
— Então, diga-me — continuou o Mestre: — Você colocou seu guarda-chuva à esquerda de seu calçado ou à direita?
Tenno não soube responder, percebendo, afinal, que ainda não havia alcançado a plena atenção. Ele, então, se tornou aprendiz do Mestre Nan-In, e estudou sob sua orientação por mais dez anos.

25.

Dois peregrinos estavam perdidas no deserto. Estavam morrendo de inanição e sede. Finalmente, avistaram um alto muro. Do outro lado, podiam ouvir o som de quedas d’água e de pássaros cantando. Acima, podiam ver os galhos de uma árvore frutífera atravessando e pendendo sobre o muro. Seus frutos pareciam deliciosos. Um dos homens subiu o muro e desapareceu no outro lado. O outro, em vez disso, saciou sua fome com as frutas que sobressaíam da árvore, ali mesmo, e retornou ao deserto para ajudar outros perdidos a encontrar o caminho para o oásis.

26.

Dois monges estavam lavando suas tigelas no rio quando perceberam um escorpião que estava se afogando. Um dos monges, imediatamente, pegou-o e o colocou na margem. No processo, ele foi picado. Ele voltou para terminar de lavar sua tigela, e, novamente, o escorpião caiu no rio. O monge salvou o escorpião, e novamente foi picado. O outro monge, então, perguntou:
— Amigo, por que você continua a salvar o escorpião quando você sabe que sua natureza é agir com agressividade, picando-o?
— Porque — respondeu o monge — agir com compaixão é a minha natureza.

27.

O monge perguntou ao Mestre:
— Como posso sair do ‘Samsara’?
O Mestre respondeu:
— Quem te colocou nele?

28.

O pensamento lógico não pode ser usado para obter a Compreensão; apenas com a sensibilidade da não mente alcança-se a Verdade.

29.

Um estudante perguntou a Joshu, “Mestre, o que é Satori?”
O mestre replicou: “Quando estiver com fome, coma. Quando estiver cansado, durma.”

30.

Certa vez, enquanto o velho mestre Seppo Gisen jogava bola, Gessha aproximou-se e perguntou:
“Por que é que a bola rola?”
Seppo respondeu:
“A bola é livre. É a verdadeira liberdade.”
“Por quê?”
“Porque é redonda. Rola em toda parte, seja qual for a direção, livremente. Inconsciente, natural, automaticamente.”

31.

Certa vez um estudante perguntou ao mestre Joshu:
– Mestre, por favor, o que é o Satori?.
Joshu respondeu-lhe:
– Terminaste a refeição?
– É claro mestre, terminei.
– Então, vai lavar as tuas tigelas!

32.

Durante uma conversa, o rei Milinda perguntou ao Bodhisattva Nagasena:
– Que é o Samsara?
Nagasena respondeu:
– Ó grande rei, aqui nascemos e morremos, lá nascemos e morremos, depois nascemos de novo e de novo morremos, nascemos, morremos… Ó grande rei, isso é Samsara.
Disse o rei:
– Não compreendo; por favor, explicai-me com mais clareza.
Nagasena replicou:
– É como o caroço de manga que plantamos para comer-lhe o fruto. Quando a grande árvore cresce e dá frutos, as pessoas os comem para, em seguida, plantar os caroços. E dos caroços nasce uma grande mangueira, que dá frutos. Desse modo, a mangueira não tem fim. É assim, grande rei, que nascemos aqui, morremos ali, nascemos, morremos, nascemos, morremos.
Grande rei, isso é Samsara.
Em outro Sutra, o rei Milinda pergunta ainda:
– Que é o que renasce no mundo seguinte (Depois da morte.)
Responde Nagasena:
– Depois da morte nascem o nome, o espírito e o corpo.
O rei pergunta:
– É o mesmo nome, o mesmo espírito e o mesmo corpo que nascem depois da morte?
– Não é o mesmo nome, o mesmo espirito e o mesmo corpo que nascem depois da morte.
Esse nome, esse espírito e esse corpo criam a acção. Pela acção, ou Karma, nascem outro nome, outro espírito e outro corpo.

33.

Finalmente, após muitos sofrimentos, Shang Kwang foi aceite por Bodhidharma como seu discípulo. O jovem então perguntou ao mestre:
“Eu não tenho paz de espírito. Gostaria de pedir, Senhor, que pacificasse minha mente.”
“Ponha sua mente aqui na minha frente e eu a pacificarei!” replicou Bodhidharma.
“Mas… é impossível que eu faça isso!” afirmou Shang Kwang.
“Então já pacifiquei a sua mente.”, conclui o sábio.

34.

O Imperador perguntou ao Mestre Gudo:
“O que acontece com um homem iluminado após a morte?”
“Como eu poderia saber?”, replicou Gudo.
“Porque o senhor é um mestre… não é?” respondeu o Imperador, um pouco surpreso.
“Sim Majestade,” disse Gudo suavemente, “mas ainda não sou um mestre morto.”

35.

Um monge perguntou ao mestre:
“Qual o significado de Dharma-Buddha?”
O mestre apontou e disse:
“O cipreste no jardim.”
O monge ficou irritado, e disse:
“Não, não! Não use parábolas aludindo a coisas concretas! Quero uma explicação intelectual clara do termo!”
“Então eu não vou usar nada concreto, e serei intelectualmente claro,” disse o mestre. O monge esperou um pouco, e vendo que o mestre não iria continuar fez a mesma pergunta:
“Então? Qual o significado de Dharma-Buddha?”
O mestre apontou e disse:
“O cipreste no jardim.”

36.

Um monge jovem era o responsável pelo jardim zen de um famoso templo Zen. Ele tinha conseguido o trabalho porque amava as flores, arbustos e árvores. Próximo ao templo havia um outro templo menor onde vivia apenas um velho mestre Zen. Um dia, quando o monge estava esperando a visita de importantes convidados, ele deu uma atenção extra ao cuidado do jardim. Ele tirou as ervas daninhas, podou os arbustos, cardou o musgo, e gastou muito tempo meticulosamente passando o ancinho e cuidadosamente tirando as folhas secas de outono. Enquanto ele trabalhava, o velho mestre observava com interesse de cima do muro que separava os templos.
Quando terminou, o monge afastou-se um pouco para admirar seu trabalho.
“Não está lindo?” ele perguntou, feliz, para o velho monge.
“Sim,” replicou o ancião, “mas está faltando algo crucial. Me ajude a pular este muro e eu irei acertar as coisas para você.”
Após certa hesitação, o monge levantou o velho por sobre o muro e pousou-o suavemente em seu lado. Vagarosamente, o mestre caminhou para a árvore mais próxima ao centro do jardim, segurou seu tronco e o sacudiu com força. Folhas desceram suavemente à brisa e caíram por sobre todo o jardim.
“Pronto!” disse o velho monge,” agora você pode me levar de volta.”

37.

Certa vez, um buddhista foi às montanhas procurar um grande mestre, que segundo acreditava poderia lhe dizer a palavra definitiva sobre o sentido da Sabedoria.
Após muitos dias de dura caminhada o encontrou em um belo templo à beira de um lindo vale.
“Mestre, vim até aqui para lhe pedir uma palavra sobre o sentido do Dharma. Por favor, faça-me atravessar os Portões do Zen.”
“Diga-me,” replicou o sábio, “vindo para cá vós passastes pelo vale?”
“Sim.”
“Por acaso ouvistes o seu som?”
Um tanto incerto, o homem disse:
“Bem, ouvi o som do vento como um suave canto penetrando todo o vale.”
O sábio respondeu:
“O local onde vós ouvistes o som do vale é onde começa o caminho que leva aos Portões do
Zen. E este som é toda palavra que vós precisais ouvir sobre a Verdade.”

38.

Quatro monges decidiram meditar em silêncio completo, sem falar por duas semanas. Na noite do primeiro dia a vela começou a falhar e então apagou-se.
O primeiro monge disse, “Oh, não! A vela apagou-se!”
O segundo comentou, “Não tínhamos que ficar em silêncio completo?”
O terceiro reclamou, “Por que vocês dois quebraram o silêncio?”
Finalmente o quarto afirmou, todo orgulhoso, “Aha! Eu sou o único que não falou!”

39.

Um estudante foi ao seu professor e disse fervorosamente: “Eu estou ansioso para entender seus ensinamentos e atingir a Iluminação! Quanto tempo vai demorar para eu obter este prémio e dominar este conhecimento?”
A resposta do professor foi casual: “Uns dez anos…”
Impacientemente, o estudante completou: :”Mas eu quero entender todos os segredos mais rápido do que isto! Vou trabalhar duro! Vou praticar todo o dia, estudar e decorar todos os sutras, farei isso dez ou mais horas por dia!! Neste caso, em quanto tempo chegarei ao objetivo?”
O professor pensou um pouco e disse suavemente: “Vinte anos.”

40.

Quando jovem, Baso praticava incessantemente a Meditação. Certa ocasião, seu Mestre Nangaku aproximou-se dele e perguntou-lhe:
– Por que praticas tanta Meditação?
– Para me tornar um Buddha.
O Mestre tomou de uma telha e começou a esfregá-la com um pedra. Intrigado, Baso perguntou:
– O que fazeis com essa telha?
– Pretendo transformá-la num espelho.
– Mas por mais que a esfregueis, ela jamais se transformará num espelho! será sempre uma pedra.
– O mesmo posso dizer de ti. Por mais que pratiques Meditação, não te tornarás Buda.
– Então o que fazer?
– É como fazer um boi andar.
– Não entendo.
– Quando queres fazer um carro de bois andar, bates no boi ou no carro?
Baso não soube o que responder e então o Mestre continuou:
– Buscar o Estado de Buda fazendo apenas Meditação é matar o Buda. Dessa maneira, não acharás o caminho certo.

41.

Na China, havia um monge Zen, chamado mestre Dori, que, por fazer zazen empoleirado num pinheiro pára-sol, fora alcunhado de mestre Ninho de Passarinho Um poeta muito célebre, Sakuraten, foi visitá-lo e, ao vê-lo fazer zazen, disse-lhe:
“Tomai cuidado, que isso é perigoso; podereis, um dia, cair do pinheiro!”
“De maneira nenhuma,” respondeu mestre Dori. “Vós é que correis perigo de um dia cair.”
Sakuraten refletiu. “Com efeito, vivo dominado por paixão, é como brincar com o raio”. E perguntou ao mestre Zen:
“Qual é a verdadeira essência do budismo?”
Mestre Dori respondeu:
“Não façais nada violento, praticai somente o aquilo que é justo e equilibrado.”
“Mas até uma criança de três anos sabe disso!” exclamou o poeta.
“Sim, mas é uma coisa difícil de ser praticada até mesmo por um velho de oitenta anos…” completou o mestre.

42.

Certa vez, um homem encontrou Joshu, que estava atarefado em limpar o pátio do mosteiro.
Feliz com a oportunidade de falar com um grande Mestre, o homem, imaginando conseguir de Joshu respostas para a questão metafísica que lhe estava atormentando, lhe perguntou:
“Oh, Mestre! Diga-me: onde está o Caminho?”
Joshu, sem parar de varrer, respondeu solícito:
“O caminho passa ali fora, depois da cerca.”
“Mas,” replicou o homem meio confuso, “eu não me refiro a esse caminho.”
Parando seu trabalho, o Mestre olhou-o e disse:
“Então de que caminho se trata?”
O outro disse, em tom místico:
“Falo, mestre, do Grande Caminho!”
“Ahhh, esse!” sorriu Joshu. “O grande caminho segue por ali até a Capital.” E continuou a sua tarefa.

43.

Uma velha construiu uma cabana para um monge e o alimentou por vinte anos, como forma de adquirir méritos. Certo dia, como forma de experimentar a sabedoria adquirida pelo monge, a velha pediu à jovem mulher que levava ao monge o alimento todos os dias (já que a velha senhora não podia mais fazer o caminho com frequência) que o abraçasse. Ao chegar à cabana, a menina encontrou o monge em zazen. Ela abraçou-o e perguntou-lhe se gostava dela. O monge, frio e indiferente, disse de forma dura:
“É como se uma árvore seca estivesse abraçada a uma fria rocha. Está tão frio como o mais rigoroso inverno, não sinto nenhum calor.”
A jovem retornou, e disse o que o monge fez. A velha, irritadíssima, foi até lá, expulsou o monge e queimou a cabana. Enquanto ele se afastava, ela gritou:
“E eu, que passei vinte anos sustentando um idiota!”

44.

Um dia um discípulo perguntou ao seu professor:
“Mestre, todas as coisas existentes têm de extinguir-se, mas há uma Verdade Eterna?”
“Sim,” disse o mestre. E apontou para o jardim:
“Ela é como as flores do campo, que de tão belas parecem brocados de pura seda; como um riacho aparentemente imóvel, mas que de facto está fluindo suavemente para o oceano.”

45.

Shin-kung perguntou a um dos seus mais inteligentes monges:
“Podeis capturar o Vazio?”
“Sim, senhor”, replicou ele.
“Mostrai-me como fazes,” pediu o mestre.
O monge abriu os braços e açambarcou o espaço vazio. Shin-kung disse:
“É essa a maneira? Apesar de tudo, não capturou coisa alguma.”
“Então,” replicou o monge um tanto ofendido, “qual é o método que usas?”
O mestre segurou o nariz do aluno e deu um forte puxão. O rapaz gritou:
“Aaiii! Estás puxando com muita força! Está me machucando!”
O mestre replicou:
“Perfeito! Essa é a maneira de realmente capturar o Vazio!”

46.

Num dia chuvoso, quando estava sentado com um discípulo no salão do templo e ouvindo as gotas d’água batendo suavemente no telhado e no pátio, o mestre Jing-qing perguntou ao outro monge:
“Que som é aquele lá fora?”
“É a chuva,” respondeu o monge. O mestre disse:
“Ao buscar fora de si mesmos alguma coisa, todos os seres se confundem com os significados.”
“Então,” replicou o discípulo, “como deveria eu me sentir em relação ao que percebo, Mestre?”
O sábio apenas disse:
“Eu sou o barulho da chuva.”

47.

Um dia, um discípulo foi ao mestre Kian-fang e perguntou-lhe:
“Todas as direções levam ao caminho de Buddha, mas apenas uma conduz ao Nirvana. Por
favor, mestre, diga-me onde começa este Caminho?”
O velho mestre fez um risco no chão com seu bastão e disse:
“Aqui”.

48.

Um praticante foi até o seu professor de meditação, tristemente, e disse:
“Minha prática de meditação é horrível! Ou eu fico distraído, ou minhas pernas doem muito, ou eu constantemente fico com sono. É simplesmente horrível!!!!”
“Isso passará,” o professor disse suavemente.
Uma semana depois, o estudante retornou ao seu professor, eufórico:
“Minha prática de meditação é maravilhosa! Eu sinto-me tão consciente, tão pacífico, tão relaxado, tão vivo! É simplesmente maravilhoso!!!!!”
O mestre disse tranqüilamente:
“Isso também passará.”

49.

Um monge perguntou a Ta-chu:
“São as palavras a Mente?”
“Não, as palavras são condições externas. Elas não são a Mente,” disse o mestre.
“Então onde, fora das condições externas, podemos encontrar a Mente?”
“Não há Mente além das palavras,” declarou o sábio.
“Não havendo Mente independente das palavras, o que é afinal a Mente?” perguntou o monge, confuso.
“A Mente é sem forma e sem imagens. Em verdade, ela nem depende nem é independente das palavras. É eternamente serena e livre em seu movimento.”

Koan: Onde está a sua Mente?

50.

Quando era jovem, o então monge Ikkyu e seu irmão estavam arrumando o quarto de seu mestre, e num acidente o irmão quebrou a tigela da cerimonia do chá favorita do sábio professor. Ambos ficaram assustados, pois a tigela era muito estimada pelo mestre, pois foi um presente do imperador. Entretanto, Ikkyu disse ao irmão:
“Não se preocupe. Sei como abordar a questão com nosso mestre!”
Juntou os pedaços de cerâmica, escondeu-os no manto, saiu para o jardim do templo e sentou-se a esperar pelo velho sábio. Quando este se aproximou, Ikkyu propôs-lhe um Mondo (uma seqüência de perguntas e respostas):
“Mestre, é dito que todos os seres e todas as coisas no Universo estão fadadas a morrer?”
“Sim,” respondeu o Mestre, “o próprio Buddha assim afirmou, e tal conceito é inegável: todas as coisas têm de perecer.”
“Sendo assim, devemos compreender a natureza da impermanência, e superar o sofrimento ignorante pelas perdas que são, afinal, relativas e inevitáveis.”
“Com certeza, tal compreensão faz parte do caminho correto!” disse o mestre feliz pela sagacidade de seu jovem discípulo. Neste momento, Ikkyu retirou os cacos de sua manga, pousou-os à frente do mestre e disse:
“Mestre, sua querida tigela de chá morreu…”
E saiu ligeiro da presença do surpreso sábio…

51.

Um professor de Zen, após anos como orientador de um aluno particularmente sensível e sábio, resolveu lhe dar um presente:
“Estou ficando velho, em breve morrerei. Para simbolizar sua sucessão a mim como mestre vou lhe dar este livro valiosíssimo.”
O discípulo, entretanto, não estava interessado em livros:
“Não é necessário, obrigado, mestre. Eu aceitei o seu ensinamento como o Zen que prescinde a palavra escrita. Gosto de sua face original. Fique com seu precioso livro.”
O professor insistiu, e afirmou, orgulhoso:
“Este livro atravessou sete gerações, é uma relíquia! Por favor, fique com ele como um símbolo de sua aceitação do manto e da tigela!”
O outro apenas disse:
“Está bem, dê-me o livro.”
Ao recebê-lo, o discípulo simplesmente atirou o livro no fogo próximo, queimando-o. O professor ficou chocado. Gritou para o aluno, indignado:
“Como pôde fazer isso?! Era uma peça inestimável de conhecimento!”
Foi a vez do sábio discípulo ficar indignado:
“Como podes dar mais valor a papel e couro do que àquilo que me ensinastes directamente, de forma pura? Ensinar uma sabedoria que não se pode praticar é como agir sem coração, e não ser nada mais do que um repetidor de textos sagrados. Tu me deste um objeto, e eu usufrui dele como considerei adequado. Como podes ficar indignado com um simples ‘dar e receber’?”

52.

Um monge perguntou a Tozan enquanto ele estava pesando algum linho:
“O que é Buddha?”
Tozan disse:
“Um quilo e meio de puro linho…”

53.

Joshu perguntou a Nansen: “Qual é o Caminho?”
Nansen disse: “O dia-a-dia é o Caminho”.
“Pode ele ser estudado?” perguntou Joshu
Nansen disse: “Se tentares estudá-lo, irás estar muito longe dele.”
Joshu replicou: “Se não posso estudá-lo, como posso entender o Caminho?”
Nansen completou: “O Caminho não pertence ao mundo da percepção, nem Ele pertence ao mundo da não-percepção. A cognição é delusão e a não-cognição é sem sentido. Se desejais alcançar o Verdadeiro Caminho além das dúvidas, busqueis ser tão livre como o céu. E não afirmais que isso é bom ou ruim.”
Ao ouvir tais palavras, Joshu atingiu o Satori.

Koan: Sabeis reconhecer a Liberdade?

54.

Shogen perguntou:
“Por que o homem Iluminado não se ergue e explica sua natureza?”
E então completou:
“Na verdade, não é necessário que as palavras venham da língua…”

55.

Um monge perguntou a Yun-men (Ummon ? – 966):
“O que é o Dharma-Buddha?”
Yun-men respondeu:
“Esterco seco.”

56.

Um monge perguntou a Fuketsu:
“Sem falar, sem silenciar, como vós podeis expressar a Verdade?”
Fuketsu replicou:
“Eu sempre me lembro das primaveras no sul da China. Os pássaros cantam por entre as inumeráveis espécies de belas e cheirosas flores…”

57.

Quando Buddha atingiu a Suprema Iluminação, diz uma lenda que alguém lhe perguntou:
“Vós sois um Deus?”
“Não,” ele disse.
“Vós sois um santo?”
“Não”
“Então quem sois vós?”
Ele então disse:
“Eu sou Desperto.”

58.

Após algumas horas em agradável colóquio com seu mestre Niao-wo, o discípulo ergueu-se e reverentemente despediu:
“Obrigado por vosso tempo, Mestre. Agora eu me vou.”
“E para onde vais?” Perguntou o sábio.
“Parto pelo país, sempre estudando com afinco o Dharma-Buddha,” disse o discípulo.
“Ah, o Dharma-Buddha!” exclamou o Mestre, “Por acaso eu tenho um pouco disso aqui comigo, sabes?”
O jovem discípulo, intrigado e algo curioso, e também ligeiramente ambicioso, perguntou rápido, olhando em volta:
“É mesmo? Onde está? Onde está?”
O Mestre retirou um fio de seu manto e mostrou-o, declarando:
“Este fio também é o Dharma-Buddha.”

59.

Um filósofo perguntou a Buddha:
“Sem palavras, sem silêncio, podeis vós revelar-me a Verdade?”
O Buddha permaneceu em silêncio.
O filósofo agradeceu profundamente e disse:
“Com vossa amável generosidade eu esclareci minha Ilusão e penetrei no verdadeiro caminho.”
Após o filósofo ter partido, Ananda perguntou ao Buddha o que ele havia obtido.
O Buddha replicou:
“Um bom cavalo corre apenas à visão da sombra do chicote.”

60.

Um monge perguntou a Chao-chou:
“O que diríeis se eu chegasse ante vós sem nada trazer?”
Chao-chou respondeu:
“Deixai-o aí mesmo, no chão.”
O monge contestou:
“Mas eu disse que nada trazia, como então poderia pôr algo no chão?”
“Tudo bem então,” comentou Chao-chou, despreocupado, “nesse caso, levai-o daqui.”

61.

REPORT THIS AD

Certo dia, um discípulo perguntou ao monge Pa-ling:
“Há alguma diferença entre o que disseram os patriarcas e o que está escrito nos Sutras sagrados?”
O sábio respondeu:
“Quando fica frio, os faisões empoleram-se nos galhos das árvores, e os patos mergulham sob a água…”

62.

Em dois mosteiros vizinhos viviam dois jovens monges muito amigos. De manhã, sempre os monges se encontravam, cada um cuidando de seus afazeres. Certo dia, um dos monges estava varrendo o pátio de seu templo e, vendo aproximar-se o amigo, perguntou:
“Olá! Onde vais?”
O amigo respondeu, feliz:
“Vou aonde meus pés me levarem…”
O monge ficou intrigado com a resposta e comentou com seu mestre. Este lhe disse:
“Da próxima vez, diga-lhe: ‘E se não tivesses pés?’”
Quando o jovem noviço viu o amigo de novo na manhã seguinte, fez a mesma pergunta já antecipando o momento em que pegaria o amigo de jeito, desta vez:
“Onde vais?”
Mas o outro disse:
“Aonde o vento me levar!”
O monge ficou frustado! Voltou ao mestre e contou a nova resposta, e este, sorrindo, disse:
“Da próxima vez, diga-lhe: ‘E se o vento parasse de soprar?’”
O jovem monge ficou encantado com a ideia:
“Sim, sim! Essa é boa! Agora ele não me escapa!”
No dia seguinte, ao amanhecer, ele viu seu amigo aproximando-se de novo. Perguntou-lhe:
“Olá! Onde vais?”
O amigo parou, sorriu-lhe, e falou suavemente:
“Simplesmente vou ao mercado, meu amigo…”, e seguiu seu caminho.

63.

Chao-Chou (Joshu) certa vez varria o chão quando um monge lhe perguntou:
“Sendo vós o sábio e santo Mestre, dizei-me como se acumula tanto pó em seu quintal?”
Disse o Mestre, apontando para o pátio:
“Ele vem lá de fora.”

64.

Um monge aproximou-se de seu mestre – que se encontrava em meditação no pátio do Templo à luz da lua – com uma grande dúvida:
“Mestre, aprendi que confiar nas palavras é ilusório; e diante das palavras, o verdadeiro sentido surge através do silêncio. Mas vejo que os Sutras e as recitações são feitos de palavras; que o ensinamento é transmitido pela voz. Se o Dharma está além dos termos, porque os termos são usados para defini-lo?”
O velho sábio respondeu:” As palavras são como um dedo apontando para a Lua; cuida de saber olhar para a Lua, não se preocupe com o dedo que a aponta.”
O monge replicou: “Mas eu não poderia olhar a Lua, sem precisar que algum dedo alheio a indique?”
“Poderia,” confirmou o mestre, “e assim tu o farás, pois ninguém mais pode olhar a lua por ti. As palavras são como bolhas de sabão: frágeis e inconsistentes, desaparecem quando em contato prolongado com o ar. A Lua está e sempre esteve à vista. O Dharma é eterno e completamente revelado. As palavras não podem revelar o que já está revelado desde o Primeiro Princípio.”
“Então,” o monge perguntou,” por que os homens precisam que lhes seja revelado o que já é de seu conhecimento?”
“Porque,” completou o sábio, “da mesma forma que ver a Lua todas as noites faz com que os homens se esqueçam dela pelo simples costume de aceitar sua existência como facto consumado, assim também os homens não confiam na Verdade já revelada pelo simples facto dela se manifestar em todas as coisas, sem distinção. Desta forma, as palavras são um subterfúgio, um adorno para embelezar e atrair nossa atenção. E como qualquer adorno, pode ser valorizado mais do que é necessário.”
O mestre ficou em silêncio durante muito tempo. Então, de súbito, simplesmente apontou para a lua.

65.

“Se vires o Buda, mata-o !”
“Mata aquele que encontres no teu caminho. Se encontrares o Buda, mata o Buda; se encontrares os Patriarcas, mata os Patriarcas; se encontrares os Arahat, mata-os também”
O que significa isso? Leia este Ensaio de Paulo Borges

66.

Um monge perguntou a Joshu: “um cão possui a natureza de Buda?”
Joshu respondeu: “Mu”»
Comentários a este Koan: aqui.

67.

Um monge perguntou a Hui-neng (o Sexto Patriarca Zen):
“Quem herdou o espírito do Quinto Patriarca?”
Hui-neng respondeu:
“Aquele que compreende o Budismo.”
“Teríeis então vós herdado este espírito?” quis saber o monge.
“Não,” replicou o mestre. “Eu não o herdei.”
“Por que não?!?” o monge, naturalmente pasmo, perguntou então.
“Porque não compreendo o Budismo.” Afirmou Hui-neng.

Koan: Vós compreendeis o Budismo?

A Terra requer algo de nós ou nós requeremos algo dela? Seu trabalho é usar a Terra ou contribuir para Ela? Se apropriar de algo da Terra é ser um guardião Dela?

Possuir pode destruir? O que podemos criar a partir da consciência sobre ser um guardião da Terra? Você poderia dar à Terra o que ela deseja receber?

Você tem sido o usuário ou o guardião da Terra? Pergunte para você, que contribuição eu posso ser hoje para a Terra?

Reconhecendo ser o guardião dela, ela pedirá algo de ti. Você poderia reconhecer que a Terra foi capturada? E essa captura é fruto de nossas ideias sectárias e individualistas?

Até hoje você tem pedido muito à ela, e se fosse o contrário? Esse é o Planeta que queremos deixar para as novas gerações?

Hoje estamos oferecendo a pausa, o silêncio, menos poluição, mais conscientização.

A água está mais limpa, o ar mais puro, menos ruídos, menos interferências de formas-pensamento, implantes? Notamos dias mais silenciosos, e é um convite à uma escuta interior.

O que podemos adotar para que isso se amplie?

Sorrir mais, mais fé em si mesmo e em suas habilidades se incluindo e não excluindo nada e nem ninguém mais…

Como você tem se sentido fisicamente? Como você tem estado? Toda a dor e tensão que o seu corpo está sentindo você poderia dar à Terra? Estamos regenerando, todos juntos com o Planeta. Uma realidade menos densa e mais colaborativa está surgindo.

As energias de separação estão sendo liberadas, para tanto, estamos sendo convidados a reconhecer partes de nós ligados ao que é inconsciência e anticonsciência e ao que é consciência aqui.

Por isso a convocação por parte dessa “paralização” parece ser uma proposta que A Consciência Universal resolveu oferecer para enfim caminharmos para dentro dessas ruelas estreitas em nosso íntimo até encontrarmos o horizonte perdido, onde poderemos verdadeiramente estar, além das formas e hologramas, acessando a comunicação verdadeira com as dimensões que aguardam a nossa comunhão com elas.

E se não tivesse mais nenhum controle, nenhuma luta, e se tudo fosse integrado, estivesse em sintonia com a fonte desperta de cada ser conectado ao verdadeiro EU? Sem distinção, sem  instituições separatistas? Como seria a vida na superfície desse lindo Planeta? Como isso poderia acontecer na prática?

Uma proposta é estarmos no Reino da Unidade.

Viver no Reino da Unidade, requer antes de tudo integridade. Existe um triângulo da integridade, ele representa o ser, a percepção, e a ação. Eu sou, eu percebo, eu faço.

Viver no Reino da Unidade e não da individualidade.

E se passássemos e acolher as nossas próprias informações com a prática da interiorização e meditação?

Essas informações poderiam nos levar à zona que é a verdade em nós? Sim ou não?

O quanto nós temos rejeitado enxergar as vielas estreitas em nós mesmos, o quanto discriminamos tudo em nós? O quanto viemos nutrindo a polaridade na pluralidade de intenções e informações condicionadas dessa realidade? No que tange o feio e bonito, a luz e sombra, a verdade e a mentira, o quanto essa identificação e valorização tem ocultado o ser puro que está além dessa dualidade projetada?

A vida no Reino da Unidade é algo sublime. No reino animal podemos notar a integridade em algumas espécies onde a comunhão com outros reinos acontece, onde eles honram os elementais, vegetais e minerais e honram os humanos também.

Compramos ideias e tentamos entender as informações de fora e passamos a enterrar nosso próprio saber. Todos os dias jogamos mais terra em cima, ou nos afastamos do horizonte que é nosso. Vivemos mimetizando as opiniões e novidades alheias. Nossos corpos sofrem a dor de milhões. E se agora cada um agradecesse o dom de ser um curador e reconhecesse que não é preciso ser um empata para contribuir com um mundo glorioso?

Você já se perguntou qual é o seu papel aqui no Planeta? E se essas suas conexões estariam servindo para manter os implantes da distração de quem você verdadeiramente é?  Então qual é a verdade presente em você que não foi reconhecida?

O que faria com que você migrasse para a realidade da onipresença?

Onipresença é estar presente e em COMUNHÃO com tudo e todos, o que podemos esclarecer ao soltar as fronteiras da dualidade? O que podemos realmente vislumbrar em comunhão?
Você só percebe os seres num lago se estiver dentro dele, você conhece bem um lugar andando nele e em total envolvimento com ele. Onde não há nenhuma separação, nenhuma polarização, nenhum julgamento, nenhuma rejeição, há total consciência. Essa consciência contribui com o nível de interatividade, bem como as alterações do meio.

Qual é o grau de envolvimento que você tem consigo, em seu mundo? Ou você escolheu relacionar-se com o mundo exterior a ponto de deixar que fragmentos de você se formassem e criassem o reino lúdico e convidativo como uma ilha paradisíaca, onde a cada afastamento de sua melhor versão, um muro mais alto pudesse ser erguido entre você e as pessoas? Onde o mais conveniente seria criar distância confortável?

Você estaria escolhendo a vulnerabilidade, que contribui para essa interação com você e tudo o que é? Assim você estaria se permitindo  acolher as suas partes interiores e disposto à receber o julgamento das pessoas sem tornar isso íntimo? Em reconhecer essas partes que você mesmo criou de separatividade e ir limpando essas formas-pensamento e julgamentos como uma boa proposta diária? Vulnerabilidade é estar em comunhão com você e com todos sem interferências em relação às escolhas dos outros? Você tem escolhas e os outros também.

Você percebe que nesse momento planetário estamos conseguindo ver esse (cenário lúdico) que nós mesmos criamos cada um em seu universo?

Essa realidade tem estado fora de você ou dentro de você? Uma boa maneira de alterarmos a nossa realidade…

Reconhecer o que se apresenta com essa pergunta pode alterar toda a sua vida agora.

Confira aqui no blog esse texto.

https://katiaerbiste.com.br/esta-realidade-esta-dentro-de-voce-ou-voce-esta-dentro-dessa-realidade/

Gratidão à todos!
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Estamos nos despedindo de mais uma década. Você, está pronto a viver uma nova energia?

Na velha energia tornávamos enorme o que era considerado difícil de lidar. Nós empurramos para fora de nós tudo o que decidimos que não poderíamos lidar, o que não poderíamos mudar. Pensamos que assim estaríamos assegurando que poderíamos  criar outra coisa, se livrando disso, só que isso voltava de várias formas. Nos cercamos de condicionamentos que funcionaram como barreiras para perceber todo o jogo e assim ficamos sobre o efeito disso.

Você precisou lutar porque achou que assim você não poderia lidar com isso na sua vida?

Tudo na qual você trava uma luta, você se torna o efeito disso. Quantos segredos do errado de você, você empurrou para fora de você?

Isso pesou em seu mundo?

A favor ou contra, quando você luta, você abre mão de você, você se torna isso que esteve evitando, que esteve resistindo.

Para manter tudo isso, você criava muralhas, limites que ficavam enormes, e isso não te dava a chance de escolher.

Sabe a famosa BATALHA DA VIDA? É sempre uma luta, é algo como um escudo para sobreviver nessa vida secretamente. Você se tornou uma definição com tudo isso que você empurrou para fora de você por não reconhecer os segredos e mentiras que você escolheu em lugar de si mesmo. É como se você tivesse 2 partes operantes.Você e o pseudo você. Então, como seria você escolher agora a nova energia? Que não se firma em definições, combates externos e internos, e nem cria muralhas que impeçam a sua expansão para além de um espaço de previsibilidade e racionalidade, capaz de lhe dar todo o “desconforto” que não é o que essa realidade te fez acreditar?  Um desconforto que na verdade funciona como a destruição de todas essas muralhas? Como seria isso para você? Viver além dessa realidade é viver na pergunta e escolha em todos os momentos.

Se você não tivesse mais nenhuma definição de você, alguma coisa poderia ser maior do que você? Sim ou não?

Você se prende para validar as mentiras que escolheu lutar contra ou a favor? E se não tivesse mais nenhuma luta, nem contra e nem a favor, somente perguntas, escolhas, possibilidades e contribuição, como seria a sua nova década?

E se você escolhesse ser você e criar sem “ter que” mostrar ou provar a sua genialidade? Quanta dificuldade você tem precisado criar para provar que você é capaz e eficiente? Somente escolha criar e pronto! Divirta-se!

O que você perderia se escolhesse a nova energia? Perder para você é pesado? Você perde algo?

O que você ama em perder?

E se não tivesse mais nada para ganhar ou perder? E se fosse apenas reconhecer que você é a fonte de toda a mágica?

Você esconde de você algo que você tem achado que se dissesse ou fizesse isso você perderia tudo de você?

O quanto você abriu mão de você para fazer as pessoas gostarem de você?

Você se compromete com você? Se curte? Gosta mesmo de você? Para então ser a energia de mudança para todos?

A nova energia convida você a ser você, a escolher o que faria seu coração vibrar, o que seria nutritivo, expansivo, alegre e divertido para você.

Suas escolhas agora poderiam se tornar irracionais. O plano é viver sem planos exatos, pontos de referência, projeções, simplesmente sendo a pergunta e a possibilidade. Você está consciente de que tudo o que você vibra você atrai?

A nova energia  impulsiona um movimento que cria um conversor catalítico de infinitas possibilidades , basta escolher sair do conforto de uma vida de tentar estar certo ou normal, para um viver com escolhas livres de selos carimbados.

Convido você a vir comigo nessa energia, iniciando uma nova década de muitas descobertas . Eu escolho viver tudo com diversão e liberdade. E você?

Feliz vida! Feliz nova energia! Feliz 2020!

Te espero em minhas classes.  https://katiaerbiste.com.br/agenda-katia-erbiste/

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Podemos viver uma vida de conexão e expansão ao utilizarmos essas nobres habilidades do Ser consciente que são SER, SABER, PERCEBER E RECEBER.

Nesse momento, você está presente, consciente? Observe AGORA como você está, como está a sua energia? Apenas respire fundo e perceba o seu corpo…
Agora você pode ir além dele. Expanda 1 km ao seu redor, mais 1km, expanda agora uns 10 km e vá mais além disso, mais e mais… Comungue com toda a Existência, você está em todos os lugares, a consciência está em todos os lugares, ela nada julga, ela inclui tudo. Agora que você está em comunhão vamos iniciar uma jornada de conexão ainda maior com a sua fonte de criação. Você possui um manancial cheio de saberes, Ser e saber são atributos que você trouxe e te acompanham em cada sopro de vida nesse corpo , nessa realidade.
Assim que você fez a escolha de morar nesse corpo e Planeta, sabia que um propósito estaria anexado a tudo isso. E você SABE qual é? Podemos também dizer assim: “Você ser infinito, sabe qual é a mágica que trouxe para oferecer ao mundo?”
Esteja presente de que tudo é energia, e o movimentos de ondas despertam diversas habilidades e criam links de conexão com a sua fonte criativa, esse lugar de onde advém toda a magia de ser você. Quando você para um pouco e se conecta, como fizemos inicialmente, expandindo a consciência e energia, faz com que um espaço maior de consciência se abra e se espalhe, aflorando flashes desse saber. Essas fagulhas cintilam de acordo com a sua habilidade de prosseguir nessa percepção. Portanto, PERCEBER está interligado ao SABER.

PERCEBER é uma habilidade que muitos deixaram de usar… Vamos abrir um espaço para perceber a energia que anima tudo em volta de você? Como seria agradecer as energias que estariam circulando em todo o seu corpo? Vibrando nesse lugar onde você se encontra? Bem como em suas roupas, órgãos, em tudo? O que aconteceria se você voltasse somente a perceber a energia, e se comunicasse com ela, liberando-se das ondas de rádio mental linear de pura lógica, forma, estrutura e significância para mover-se cada vez mais além desse campo de atração? Sabemos que esse campo foi criado pela visão periférica resistente que  funcionava como grandes muralhas e fecharam o acesso à esse SABER INFINITO. Acontece que nada está parado no universo. Tudo se movimenta e muda, seu corpo muda o tempo todo, as ondas mentais dançam e alteram seu comportamento e projetam holograficamente à todo o instante algo físico. A questão é: De onde você está criando? De qual sintonia estaríamos falando?

Integrar-se à sua fonte requer a liberação das arestas que te distraem de SABER e PERCEBER.  Criar um espaço de PERMISSÃO, alinhado à sua Consciência é como a senha de acesso à sua matriz , de onde fluem as possibilidades infinitas, todo o saber que dignifica a sua existência.
Sendo assim, ser, saber, perceber, juntos promovem a ressonância para uma criação nova e a saída do automatismo linear antagônico à verdade da criação. Você está acessando a verdade por detrás de toda a distração, você está recebendo energia, está sendo e sabendo e assim todo o seu receber passa a ter um tom de acolhimento e não de separação, de gratidão e não de julgamento, onde a consciência acende com  a faísca da pergunta aplicada a descobrir essa fonte verdadeira. De onde você criou? Seria realmente isso um resultado de sua conversa interior do inconsciente ou  uma captação que agora não é mais o ingrediente persuasivo que desviava você desse SABER?

Implantamos em nosso subconsciente muitos hologramas que pintam a tela de nossas relações internas ou externas. Para acessar a sua matriz, a dica é  colocar-se a expandir a sua energia. Outra coisa que você pode adotar é puxar a energia do Universo, aumentando seu espaço e consciência, liberando com a sua vontade consciente todo o julgamento e a separação que eram os protagonistas em sua tela mental  e criavam mais impedimentos. Receba, perceba ao perguntar sobre a verdade que contém nisso que você poderia não estar enxergando? Reconheça e libere, reconhecer é limpar, receber faz parte disso, onde você acolhe, reconhecendo. Você criou e agora pode mudar isso.

Que todos os seus dias sejam mais repletos de Consciência, sendo você, sabendo mais sobre você e tudo nessa existência, percebendo mais a energia e seguindo a mesma, recebendo assim tudo como verdadeiramente é, e ver contudo, a beleza por detrás do que foi mantido pelas faixas gravadas e repetitivas de seu aparelho mental.

Faça perguntas e saiba mais…

Como gostaria que fosse a minha vida?
O que eu gostaria de mudar neste novo ano? Como seria receber mais neste ano?
Que ação eu tenho me recusado a fazer, que se eu fizesse, me permitiria criar um futuro diferente e glorioso?
Quantas barreiras estão erguidas aqui?
Que possibilidades estariam dentro desse caos?
Que escolha eu farei agora?
A quem pertence isso? Isso é um julgamento ou um reconhecimento?
Se eu escolher tal coisa , o que isso poderá criar? Como estarei em 5 anos?
Solte as perguntas, elas criam o emaranhamento quântico para você atualizar, apenas siga a energia de suas perguntas e escolhas, confie e entregue.
Solte completamente!

Você cria o futuro com a escolha agora! Destrua suas barreiras e construa as pontes para sua fonte que jorra a água do saber e que jamais seca. Continue a escolher e a mudar o que você escolher mudar, a casa instante, você cria tudo, dando ou retirando energia, tudo é uma escolha!

Boa seara, boas criações Ser Infinito!

Autora Kátia Erbiste
Facilitadora de Consciência.
Access ConsciousnessTM

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Com o aumento da alteração das ondas eletromagnéticas no campo terreno, existe uma multiplicidade de conexões e realidades vibracionais.

A desorientação e multiplicação de fatores comportamentais pelas pessoas que não estão se dando conta disso aumenta rapidamente. Aumenta ainda mais para quem não está utilizando a capacidade de centramento e foco na força magnética vertical e toroidal que percorre a coluna, fazendo o balanceamento das frequências densas e sutis que envolvem o corpo multidimensional e auxilia assim na remoção de impurezas explantadas em seus corpos.

Muitas possibilidades estão disponíveis àqueles que se colocam em alinhamento com a crescente energia de cura e criatividade com o propósito de trazer à tona a consciência que edificará a transmissão de um conhecimento, tecnológico, sustentável, intuitivo e espiritual, pois cada qual está saturado com a corrente de energias que incineram a nulidade mental coletiva e estimula a manifestação de suas capacidades inteligentes e transformadoras.

Aquele que se coligar com essa energia, notará uma alteração vibracional, fazendo ressurgir o viço em destaque de uma consciência livre dos sulcos que foram gravados na superfície terrena.

É preciso perceber quando há o comandante e o comandado interiormente. É preciso notar as vibrações lineares e limpar o campo com o poder da consciência de testemunha, que observa as reações sensoriais, como também é quem dá o comando para que o comandado pare imediatamente de reproduzir impressões que aos olhos da Nova Energia estariam ultrapassados. Este comandado, sabota, oscila, vacila, confunde e entorpece, e faz assim com que o véu fique ainda mais espesso.
Qual seria o caminho? Não faça reflexão, faça perguntas, faça uma conexão.  A consciência de testemunha vê a cena. Podemos nos conectar com todas as realidades onde estamos vivenciando experiências de vida agregadas ao nosso eu multidimensional. Como seria escolher esse refinamento?

Ser infinito, açambarque o posto de criador e seja como uma caneta através da qual a Inteligência Criativa despeja em sua consciência o nanquim das infinitas possibilidades e utilize o traçado que marcará a sua trajetória nesse palco terreno. Muitos traçados já foram feitos, e marcados, mas a todo instante, nos é dada uma chance de criar um novo traçado.

Muita luz e graças! Alinhe-se. Só há derramamento a partir desse alinhamento. Agora! Agora!

Tudo já está acontecendo, somente AGORA! Conecte-se!
Veja esse texto em vídeo no meu canal https://youtu.be/i5cEC4UJmHI

Kátia Erbiste
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Definição expande?

Nossa vida está repleta de definições, ficamos presos a conceitos e em hábitos que criaram muita limitação.  Com definições fomos entendendo as coisas nessa realidade. Quando você define algo, você dispensa toda a energia para isso, e pode acontecer com seu nome, sua posição profissional, as escolhas que fez e que deram à você um título, as definições sobre alguém, um lugar, seu parceiro ou parceira de vida, familiares, enfim, são rótulos criados para manter uma certa “conexão” com isso.  Essas relações que são geradas energeticamente se moldam e se multiplicam caso a pessoa escolha continuar nisso sem fazer uma ferramenta que considero fantástica para abrir mais possibilidades. Destruir todos os dias tudo que você definiu e que te define.

Os pontos de vistas, definições e conclusões, podem criar julgamentos e nem percebemos a quantidade de julgamentos que viemos criando e sustentando energeticamente, tudo que isso traz a tona vamos destruir e descriar?

Como seria destruir e descriar todas as definições que vem fazendo de você? Pratique a seguinte pergunta: Um ser infinito define? Sim ou não? E então solte imediatamente as conexões com alguma definição. Todas as digitalizações relacionais, computações e definições que estariam criando os julgamentos, as limitações que está escolhendo, você vai destruir e descriar vezes um deuszilhão? Sim?

Além das coisas que captamos, implantamos e associamos há um espaço livre de pontos de vista, só celebração, sem nome,  energia, espaço e consciência, esse é você. Esse espaço se abre cada vez que você se presenteia com a energia da permissão. Receber consiste em permitir, é deixar a resistência, o controle, é soltar as armas que estiveram escoltando os fantasmas dos implantes, das definições que te afastam do seu ser , saber e receber infinitos.

Se alguém te define ou você define, são apenas pontos de vistas.  Escrituras do Yoga sempre disseram que o valor da equanimidade é algo precioso, viver em equanimidade é viver consciente. Solto e muito leve. Você recebe mais desse espaço. Então, interessante ponto de vista que eu tenho um ponto de vista ou interessante ponto de vista que alguém tem esse ponto de vista quando se alinhar ou definir algo.

Que futuro você deseja criar? O que a sua voz lhe diz? Essa voz é como um general criando condições para você ser ou essa voz está sempre impulsionando você a ser mais leve e voar mais alto? Sua mente é como uma corporação, com várias figuras , criações suas, implantações suas, há um armazém de considerações que foram definidos por você e ganhou uma forma e realidade. A projeção holográfica disso é o que você vê nos relacionamentos em todos os lugares que escolhe estar,  agradáveis ou desagradáveis. E quantas vezes você quis se distanciar de pessoas ou de lugares por não se sentir mais pertencente àquele lugar, ou àquele relacionamento? Essas situações você já vivenciou várias vezes, não é?  Tudo bem se essa mudança for levada SEM NENHUMA exclusão com base no que você acha certo ou errado, sendo levada do espaço de perceber o que essa escolha que  está tendo de se afastar poderá criar? E se isso é leve ou pesado? O que está certo sobre isso que você não reconheceu? E siga a energia da leveza.

Todos os lugares em que fez da definição a sua fonte de criação você vai destruir e descriar? Todos os dias destrua e descrie energeticamente, seu nome, seu trabalho, seus grupos, seu relacionamento, e você! Fique nu, e pergunte, um ser infinito precisa de definição? Perceba a energia. Sua vida precisa ter uma definição, ou  somente escolhe seguir vivendo agora sem se prender à títulos, sem nenhuma etiqueta a mais, somente ser a vibração, a vontade consciente, a energia em ação, que sem definição não está preso ao futuro e nem ao passado, está vulnerável, abrindo horizontes e grato com o que aparece no presente.

O que expande mais, agarrar ou soltar?

O que você poderia criar de diferente se descolando todos os dias da imagem de você?
Voe ser infinito, voe!

Abraços, Ser infinito

 

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Uma das coisas que criamos diariamente vem daquilo que nutrimos  com os pensamentos e sentimentos. Essas manifestações mentais são habituais e todo o propósito do despertar de consciência é reconhecer todas as nuances de pensamentos e sentimentos que se repetem diariamente, muitas e muitas vezes tornando a realidade previsível e portanto, repetitiva.
O chamado da consciência é despertar uma habilidade que possuímos que é O SEU SABER. Esse SABER vem de sua Matriz, seu centro, onde a energia é a primeira linguagem, podemos também dizer que trata-se de um mergulho no cerne do seu coração. As perguntas em momentos de tensão, emoção, nos fazem sair da Zona de Aprisionamento linear nos conduzindo ao Espaço novo, à uma nova energia onde podemos relaxar e escutar a verdade sobre nós. Nos desligamos do sonho do passado, do futuro, da necessidade de estarmos certos ou errados, e travamos um diálogo com a fonte criativa, essa matriz.

Retorne ao Santuário:
Somos seres multidimensionais, escolhemos estar aqui e contribuir com a Terra.

E se você agora escolhesse parar uns instantes para observar a sua conversa interior? E se você se dispusesse várias vezes em seu dia abaixar as barreiras criadas pela mente reativa e respirar fundo algumas vezes? Perguntar a Matriz , que é a Base de conexão com  todas as funções nervosas e funcionais de seu corpo, bem como demais conexões extrafísicas? Perguntas que vão trazer maior consciência sobre Você? O que é isso? O que faço com isso? O que esse sentimento quer me dizer? Isso é realmente meu? 99% não é.

Reconhecer você como a Fonte do Saber aumenta o espaço de interação com essa habilidade. Meditação, Ferramentas de Evolução de Consciência abrem um espaço maravilhoso de expansão e possibilidades.

Estamos ultrapassando um momento maravilhoso de graduação em nosso DNA, várias mudanças estão acontecendo. Você tem percebido alterações metabólicas, no sono, algumas mudanças a nível comportamental? Essas alterações estão desbloqueando áreas solidificadas por causa de tanta conversa frívola e doentia que estivemos travando por muito, muito tempo.
Antes de qualquer coisa, não julgue, não conclua, não defina, apenas pare, alivie a tendência à reatividade ensaiada e faça a pergunta: A quem pertence isso?

Retornar ao Santuário é  como um voto, um compromisso diário com a sua Matriz, com o seu Saber, assim basta escolher o que realmente acrescentará mais vigor, mais facilidade, mais energia e mais consciência aos seus dias.

Vivi uma projeção em 2008 onde corria em uma batalha , muitos orientais com bandeiras bordadas com dragões irados que cuspiam fogo, estavam lutando e  matando todos os que encontravam. Havia muita raiva e desespero, e eu ali, correndo , como se diz: “seguindo o fluxo” , só que eu entrei num outro espaço, correndo velozmente na frente e avistei uma gruta adiante.  Escolhi acionar esse espaço sagrado. Em poucos segundos, me desmaterializei diante das pessoas que adentraram a gruta, e entrei numa outra dimensão, num espaço novo de consciência, eu não me alinhei com a raiva, o medo e demais implantes que criavam aquele cenário de guerra. Foi como um arrebatamento. Entrei em meditação, entrei no santuário do coração e para mim foi fácil pois estava praticando todos os dias. É como apertar um botão, e é isso que estarei mostrando aqui no blog com as ferramentas para você!

Eles não me enxergaram  e percebi uma paz que não existe nesse Planeta. A mente não estava ali, eu estava num espaço silencioso, livre, como Ser Infinito. A minha atitude refletiu uma energia no local, e logo vi a batalha perder a força, a emanação de paz que enviei foi gigantesca pois me fundi com o coração da Terra e houve uma mudança no cenário. Quando despertei, tive a consciência que essa era uma chave, reconhecer a Matriz, viver no santuário do coração, pois o barulho está na superfície e podemos impactar tudo desse lugar, seja a guerra interna ou externa que nós e a humanidade andam criando com a conversa interior abusiva e inconsciente. Nós treinamos a mente apertando o botão da negação da potência generativa de abundância. Agora podemos reverter esse processo. O que essa mudança poderá criar?

Vivemos numa realidade e existem muitas realidades virtuais e vibracionais onde você pode sair  e entrar o tempo todo, e tudo isso tem a ver com o engajamento que você escolhe com a conversa interior que estiver tendo. Por isso a ferramenta, INTERESSANTE PONTO DE VISTA é tão maravilhosa, pois você vai reconhecendo mais facilmente as mentiras e invenções que estaria interferindo na criação de um viver orgástico e cheio de recebimentos incríveis.
Seja o Saber em ação, você é uma jóia para esse mundo!

Gratidão por estar aqui!

Autora Kátia Erbiste

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