Viva sem ter que viver…

Aprecie sem ter que apreciar…

Ame sem ter que amar…

O ter que fazer é uma jaula de impeditivos…

Você não tem que fazer para… Você se inspira a agir e essa ação é espontânea e total, despido de condições e projeções. Vem de um espaço sagrado do seu masculino ou feminino, um espaço adorável que só quando deixamos as vestes que descrevem um gênero marcado pelos rótulos, podemos verdadeiramente nos revelar e viver, apreciar e amar sem ter que demonstrar uma identidade, pois sem definições nós somos livres! Assim, já somos rasos e profundos com tamanha beleza, sem controle do próximo movimento. Já somos inteiros!
Você não tem que dançar, a vida já é uma dança, mas você está dançando também com ela, ou você nesse momento está controlando os seus passos, tentando entender como se dança por ter que dançar? Essa energia é de resistência aos movimentos da vida!

A vida é uma dança linda e sem passos marcados, é CRIA-ATIVA! E ela está acontecendo só AGORA!

Continue dançando livre com cada ser que vier desenhar o seu dia! Lembre-se, raso ou profundo, para dentro ou para fora, ambos merecem essa sincronia. Assim o equilíbrio, a harmonia prevalece em qualquer ocasião, pois quando você tem que e para que… Você não está vivendo de um espaço seu e seguro de vitalidade e criatividade. Você também não cria esse espaço para o outro.

Se não souber dar o próximo passo, “pare um pouco”, às vezes é só isso o que lhe dará essa harmonia e depois outra coisa virá, e assim dançando dentro ou fora, há movimento, e a dança cósmica continuará. As batidas do universo batem dentro de você!

Não fique na cabeça tentando acertar. Você sendo cria maravilhas! Sem o diálogo mental do tenho que, é mágico, porém sair desse looping requer de você a escuta, do seu feminino para se escutar e se acolher antes de ir para fora e dançar criativamente com o movimento do seu masculino.

Um dia em harmonia com o seu espaço sagrado e cheio de potência!
Com carinho, Kátia Erbiste